Tony Cenicola/NYT

Paulo Beraldo/Estadão

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Manuel Elias/Biblioteca das Nações Unidas

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PolíticaEstadão por dentro da ONU

Conheça os bastidores do complexo das Nações Unidas, em Nova York

Ao navegar pelo Rio East, o complexo da ONU, em Nova York, se destaca na paisagem de Manhattan. Local é palco da Assembleia-Geral todos os anos em setembro
Entrando na Primeira Avenida, vista do Secretariado da ONU, com 155 metros de altura, na entrada. Obra tem traços de Oscar Niemeyer e é um dos marcos da arquitetura modernista
Logo na entrada está uma das esculturas mais impressionantes do prédio, um revólver com o cano amarrado. Ele simboliza a não-violência
Assim que entramos no prédio, podemos ver a estrutura inovadora e, acima, à esquerda, uma réplica do Sputnik, o 1.º satélite a ir para o espaço
Subindo as escadas à direita, podemos entrar na Assembleia-Geral, o local mais famoso e histórico do edifício. Essa é a vista da área de imprensa
Um dos locais mais procurados por visitantes é o Conselho de Segurança. Ali são tomadas decisões como sanções a países e envio de tropas para manter a paz
Vista da cadeira do secretário-geral. São 15 os países que compõem o Conselho de Segurança, sendo 5 permanentes: Rússia, EUA, China, Reino Unido e França
Ao lado do Conselho, réplica do quadro Guernica, de Pablo Picasso, que retrata bombardeio nazista durante 2.ª Guerra. Obras de arte estão por todo o edifício
Bem próximo dali, há uma calculadora de gastos com armamentos em um dia - cerca de US$ 4 bi. Uma das principais bandeiras da ONU é a luta pelo desarmamento
Em um dos corredores que leva ao Conselho Econômico e Social está o mural com direitos humanos previstos na declaração de 1948. Documento é marco histórico
Um dos pontos altos do edifício são os presentes dados pelos países. Ao sair para jardim, um pedaço do Muro de Berlim dado por alemães no início do século
Ainda no jardim, chama a atenção a escultura O bem vence o mal, doada pela então URSS, em 1990. Foi um presente para comemorar os 45 anos da ONU
Outro item de destaque é o jardim japonês, um presente dos representantes daquele país nos anos 1950. O objetivo é simbolizar a paz
Por fim, um jardim com rosas e flores no complexo da ONU. Área costuma ser de acesso restrito a funcionários e tem vista para a cidade e o Rio East

Editor Executivo Multimídia
Fabio Sales

Edição de Fotografia
Murilo Rettozi

Edição de Vídeo
Marcos Müller

Editor Assistente Multimídia
Adriano Araujo

Designer Multimídia
Vitor Fontes

Reportagem
Paulo Beraldo