Por dentro da organização criminosa
O papel de cada um dos 12 alvos de prisão preventiva, dentro do esquema milionário de exploração e comércio de ouro ilegal
EXTRAÇÃO
Hailton Monteiro de Almeida
Arlan Monteiro de Almeida
Conhecidos como “irmãos leiterinhos”, Arlan e Hailton têm como atividade econômica principal a extração ilegal de ouro em terras indígenas
Gustavo Machado Seixas
Já foi investigado por furto qualificado mediante fraude e associação criminosa, pela Polícia Federal
atua com os irmãos Arlan e Hailton, por meio de empresa de fachada
Douglas Alves de Morais
Fabio Monteiro da Silva
Patricia F. Soffa
São, respectivamente, presidente e diretores da Coopeouri, cooperativa que tem permissão de lavra garimpeira (PLG), mas que faz extração de ouro fora da área do polígono outorgada
os três controlam contas bancárias em nome de terceiros
LAVAGEM
Marcus Vinicius Alvarez Guimaraes
É administrador de empresas, algumas de fachada, ligadas diretamente à exploração do garimpo ilegal
Está ligado a operações com evidências de lavagem de dinheiro
Vergelina Pereira dos Santos
Atua como procuradora e representante legal das contas bancárias de seu irmão Walterly Guedes Pereira dos Santos
Andre Felipe Picone Rosa
É o investigado que mais abriu empresas de fachadas com o intuito de ocultar a sua atuação na organização criminosa
INTERMEDIÁRIOS
Sidney Soares Gomes Brito
Explora a extração de ouro e atua como intermediário, comprando ouro de garimpeiros menores, vendendo para empresas exportadoras de minério, como a CHM, controlada por italianos que operam no Brasil
Walterly Guedes Pereira dos Santos
É o principal intermediário na venda de ouro à empresa CHM Do Brasil, de Giácomo Dogi. Sem permissão de Lavra Garimpeira ou aval do Banco Central, opera com compra e venda de ouro
Regularmente, a empresa CHM remete valores ao investigado, como antecipação para entrega de mercadoria futura
O caminho do ouro ilegal
Principais núcleos de atuação na atividade criminosa
Na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará, garimpeiros extraíam o minério ilegal, por meio de cooperativas de exploração de ouro, e tentavam dar imagem de licitude ao material retirado
1
Intermediários compravam a produção por meio de empresas de fachada e laranjas espalhados em diversos Estados, como Goiás, Roraima e São Paulo
2
Compradores, como casas de joias e exportadores sem autorização para comercializar ouro, adquiriam o metal, que era despachado para o mercado internacional e para a Itália
3
Por dentro da organização criminosa
O papel de cada um dos 12 alvos de prisão preventiva, dentro do esquema milionário de exploração e comércio de ouro ilegal
Já foi investigado por furto qualificado mediante fraude e associação criminosa, pela Polícia Federal
Hailton Monteiro de Almeida
Gustavo Machado Seixas
18 quilos por mês eram extraÍdos Na terra Kayapó
atua com os irmãos Arlan e Hailton, por meio de empresa de fachada
EXTRAÇÃO
Arlan Monteiro de Almeida
os três controlam contas bancárias em nome de terceiros
Conhecidos como “irmãos leiterinhos”, Arlan e Hailton têm como atividade econômica principal a extração ilegal de ouro em terras indígenas
Fabio Monteiro da Silva
Douglas Alves de Morais
Patricia F. Soffa
São, respectivamente, presidente e diretores da Coopeouri, cooperativa que tem permissão de lavra garimpeira (PLG), mas que faz extração de ouro fora da área do polígono outorgada
Andre Felipe Picone Rosa
É o investigado que mais abriu empresas de fachadas com o intuito de ocultar a sua atuação na organização criminosa
LAVAGEM
Vergelina Pereira dos Santos
Atua como procuradora e representante legal das contas bancárias de seu irmão Walterly Guedes Pereira dos Santos
Marcus Vinicius Alvarez Guimaraes
É administrador de empresas, algumas de fachada, ligadas diretamente à exploração do garimpo ilegal
Está ligado a operações com evidências de lavagem de dinheiro
Explora a extração
de ouro e atua como intermediário, comprando ouro de garimpeiros menores, vendendo para empresas exportadoras de minério
Sidney Soares Gomes Brito
Walterly Guedes Pereira dos Santos
INTERMEDIÁRIOS
É o principal intermediário na venda de ouro à empresa CHM Do Brasil, de Giácomo Dogi. Sem permissão de Lavra Garimpeira ou aval do Banco Central, opera com compra e venda de ouro
Regularmente, a empresa CHM remete valores ao investigado, como antecipação para entrega de mercadoria futura
Giacomo Dogi
EXPORTAÇÃO
Italiano investigado pela PF por exportação ilegal de ouro. Com sua empresa, CHM Do Brasil, passou a comprar ouro ilegal no sul do Pará dos “irmãos leiteirinhos”, Hailton e Arlan e da cooperativa Cooperouri
O caminho do ouro ilegal
Principais núcleos de atuação na atividade criminosa
Na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará, garimpeiros extraíam o minério ilegal, por meio de cooperativas de exploração de ouro, e tentavam dar imagem de licitude ao material retirado
Intermediários compravam a produção por meio de empresas de fachada e laranjas espalhados em diversos Estados, como Goiás, Roraima e São Paulo
Compradores, como casas de joias e exportadores sem autorização para comercializar ouro, adquiriam o metal, que era despachado para o mercado internacional e para a Itália
3
2
1
Por dentro da organização criminosa
O papel de cada um dos 12 alvos de prisão preventiva, dentro do esquema milionário de exploração e comércio de ouro ilegal
Gustavo Machado Seixas
Já foi investigado por furto qualificado mediante fraude e associação criminosa, pela Polícia Federal
Hailton Monteiro de Almeida
18 quilos por mês eram extraÍdos Na terra Kayapó
atua com os irmãos Arlan e Hailton, por meio de empresa de fachada
EXTRAÇÃO
Arlan Monteiro de Almeida
os três controlam contas bancárias em nome de terceiros
Conhecidos como “irmãos leiterinhos”, Arlan e Hailton têm como atividade econômica principal a extração ilegal de ouro em terras indígenas
Fabio Monteiro da Silva
Douglas Alves de Morais
Patricia F. Soffa
São, respectivamente, presidente e diretores da Coopeouri, cooperativa que tem permissão de lavra garimpeira (PLG), mas que faz extração de ouro fora da área do polígono outorgada
Marcus Vinicius Alvarez Guimaraes
É administrador de empresas, algumas de fachada, ligadas diretamente à exploração do garimpo ilegal
Andre Felipe Picone Rosa
Está ligado a operações com evidências de lavagem de dinheiro
É o investigado que mais abriu empresas de fachadas com o intuito de ocultar a sua atuação na organização criminosa
LAVAGEM
Explora a extração
de ouro e atua como intermediário, comprando ouro de garimpeiros menores, vendendo para empresas exportadoras de minério, como a CHM, controlada por italianos que operam no Brasil
Sidney Soares Gomes Brito
Vergelina Pereira dos Santos
Atua como procuradora e representante legal das contas bancárias de seu irmão Walterly Guedes Pereira dos Santos
Walterly Guedes Pereira dos Santos
INTERMEDIÁRIOS
É o principal intermediário na venda de ouro à empresa CHM Do Brasil, de Giácomo Dogi. Sem permissão de Lavra Garimpeira ou aval do Banco Central, opera com compra e venda de ouro
Regularmente, a empresa CHM remete valores ao investigado, como antecipação para entrega de mercadoria futura
Giacomo Dogi
EXPORTAÇÃO
Italiano investigado pela PF por exportação ilegal de ouro. Com sua empresa, CHM Do Brasil, passou a comprar ouro ilegal no sul do Pará dos “irmãos leiteirinhos”, Hailton e Arlan e da cooperativa Cooperouri
O caminho do ouro ilegal
Principais núcleos de atuação na atividade criminosa
Intermediários compravam a produção por meio de empresas de fachada e laranjas espalhados em diversos Estados, como Goiás, Roraima e São Paulo
Na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará, garimpeiros extraíam o minério ilegal, por meio de cooperativas de exploração de ouro, e tentavam dar imagem de licitude ao material retirado
Compradores, como casas de joias e exportadores sem autorização para comercializar ouro, adquiriam o metal, que era despachado para o mercado internacional e para a Itália
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terra indígena KaYapó
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