O presidente americano Donald Trump deu a autorização às 22h46 (horário do leste dos EUA) de sexta-feira para a operação. (Eram 00h46 de sábado no horário de Brasília)

Operação foi realizada por comandos de elite da Força Delta do Exército. Essa foi a operação militar americana mais arriscada desse tipo desde que membros da Equipe SEAL 6 da Marinha mataram Osama bin Laden em um esconderijo no Paquistão em 2011.

Mais de 150 aeronaves decolaram de todo o Hemisfério Ocidental, incluindo caças F-18, F-22 e F-35, bombardeiros B-1 e drones. Essas aeronaves partiram de 20 bases militares e navios da Marinha diferentes.

As aeronaves entraram na Venezuela para destruir as defesas aéreas do país, a fim de permitir a entrada de helicópteros que transportavam forças de operações especiais dos EUA.

O 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, que opera helicópteros MH-60 e MH-47 modificados, participou da operação e transportou a unidade Delta.

O ditador Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores, estavam protegidos no forte de Tiuna, atrás de portas de aço. Maduro quase conseguiu entrar em um quarto seguro, mas foi alcançado pelos agentes antes de fechar a porta.

Forças americanas estavam armadas com "maçaricos gigantes", que teriam sido usados para cortar paredes de aço caso Maduro tivesse se trancado na sala.

Operação ocorreu na escuridão. Forças americanas deixaram Caracas no escuro. Pelo menos sete explosões ocorreram em Caracas.

As forças americanas chegaram de helicóptero ao complexo de Maduro às 3h01 de sábado no horário de Brasília e estavam de volta sobre o mar, partindo às 5h29 no horário de Brasília. Forças venezuelanas abriram fogo contra os americanos e Washington respondeu. Um helicóptero americano foi atingido.

Os militares americanos envolvidos na operação tinham entre 20 e 49 anos.

Maduro e Cilia foram retirados de helicóptero para o navio de guerra USS Iwo Jima. De lá, eles foram levados para os EUA para responder a acusações criminais.

O presidente americano Donald Trump deu a autorização às 22h46 (horário do leste dos EUA) de sexta-feira para a operação. (Eram 00h46 de sábado no horário de Brasília)

Operação foi realizada por comandos de elite da Força Delta do Exército. Essa foi a operação militar americana mais arriscada desse tipo desde que membros da Equipe SEAL 6 da Marinha mataram Osama bin Laden em um esconderijo no Paquistão em 2011.

As aeronaves entraram na Venezuela para destruir as defesas aéreas do país, a fim de permitir a entrada de helicópteros que transportavam forças de operações especiais dos EUA.

Mais de 150 aeronaves decolaram de todo o Hemisfério Ocidental, incluindo caças F-18, F-22 e F-35, bombardeiros B-1 e drones. Essas aeronaves partiram de 20 bases militares e navios da Marinha diferentes.

O 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, que opera helicópteros MH-60 e MH-47 modificados, participou da operação e transportou a unidade Delta.

O ditador Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores, estavam protegidos no forte de Tiuna, atrás de portas de aço. Maduro quase conseguiu entrar em um quarto seguro, mas foi alcançado pelos agentes antes de fechar a porta.

Forças americanas estavam armadas com "maçaricos gigantes", que teriam sido usados para cortar paredes de aço caso Maduro tivesse se trancado na sala.

Operação ocorreu na escuridão. Forças americanas deixaram Caracas no escuro. Pelo menos sete explosões ocorreram em Caracas.

As forças americanas chegaram de helicóptero ao complexo de Maduro às 3h01 de sábado no horário de Brasília e estavam de volta sobre o mar, partindo às 5h29 no horário de Brasília. Forças venezuelanas abriram fogo contra os americanos e Washington respondeu. Um helicóptero americano foi atingido.

Os militares americanos envolvidos na operação tinham entre 20 e 49 anos.

Maduro e Cilia foram retirados de helicóptero para o navio de guerra USS Iwo Jima. De lá, eles foram levados para os EUA para responder a acusações criminais.